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Posts Tagged ‘Rio de Janeiro’

Tem coisa melhor do que viajar e experimentar os sabores de cada região? A rica gastronomia brasileira nos guarda surpresas onde quer que a gente vá, e é o que faz cada nova viagem ser uma verdadeira delícia. E não são só as cozinhas mineira, gaúcha e baiana que tem suas especificidades, não. Cidades como Rio de Janeiro e Curitiba têm uma culinária típica, forte e bem gostosa para apresentar aos turistas. Quem gosta de uma boa mesa pode fazer reserva de hotel nessas duas cidades, já que a pancinha terá diversão garantida por lá durante o passeio.

No Rio de Janeiro a principal delícia local são as combinações mil que os cariocas fazem com feijão preto, que pode ser considerada uma iguaria carioca pelo valor que o grão tem pelo estado fluminense. Pois bem. O feijão preto é o protagonista de um prato de origem africana que o Brasil inteiro conhece muito bem, mas que lá pelas bandas do Rio de Janeiro fica ainda mais delicioso: a típica feijoada. Seja gorda (com pedaços de porco ou boi) ou “magra” (com no máximo um baconzinho pra contar história) a feijoada é uma delícia em qualquer restaurante do Rio. Procure, inclusive, pelos temáticos que servem o prato principalmente aos domingos.

Ao se hospedar em um hotel no Rio de Janeiro certifique-se de que ele tem um bom restaurante ou se fica perto dos lugares onde você poderá degustar o melhor das comidas típicas da capital fluminense. Ainda no cardápio de “tradicionalismos culinários” cariocas estão o pastel de camarão, o croquete de carne, o bacalhau ao forno, a dobradinha, a paella estilo espanhola, arroz com brócolis e moqueca de cação – isso quem contar as comidas dos quiosques de praia, que basicamente se dividem em pratos a base de camarão, caranguejo e lagosta. Para a sobremesa, aposte no famosíssimo “toucinho do céu”, delícia feita de ovos com amêndoa, além do cuscuz de leite condensado com coco, outro doce que os cariocas amam.

Nas orlas das praias aposte em um pacotinho de biscoitos Globo, feitos de polvilho e uma das mais importantes iguarias da cidade do Rio de Janeiro, por sua tradição e simplicidade – e exclusividade, já que só existe lá, praticamente. Seja qual for a sua opção de comida, a de bebida é quase unânime: um chopp gelado para acompanhar sempre cai bem nesse Rio 40º.

Em Curitiba o chopp também é um bom acompanhamento para os pratos típicos da cidade, que tem muita influência da cozinha caipira dados os movimentos de ocupação do estado do Paraná. A principal iguaria da capital paranaense é conhecida como “Barreado”, e feita de carne cozida com temperos e ervas que geralmente é servida com banana, farinha e pirão. Esse prato, que representa todo o estado do Paraná, surgiu em 1720, por conta de uma breve passagem dos açorianos a caminho do porto de Itajaí, e consiste em cozinhar a carne até desfiar em uma panela de tampa “barreada” com água e farinha – daí o nome da especialidade.

Outra opção para o turista que busca opções diferenciadas na hora de comer é saborear uma deliciosa costela, servida em restaurantes especializados nessa carne, também conhecidos como “Costelões” – Esses restaurantes, muitas vezes, servem a costela 24h por dia, e acreditem, vivem cheio de apreciadores dessa delícia.

Além disso, quem procura por hotel Curitiba para fechar o passeio pode se deliciar no restaurante do estabelecimento ou das redondezas os pratos com frango, bem comuns na região, pratos de tradição alemã e portuguesa e, claro, o churrasco – a deliciosa jóia da coroa da região sul do nosso país.

Abraço,

Os Pimentas

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Ahhh o Rio de Janeiro,  cidade tema de muitas músicas, declamada em vários poemas, sinônimo de belas paisagens e reduto de muitos dos bambas desse Brasil.

O Rio de Janeiro é, sem sombra de dúvidas, uma das cidades mais maravilhosas do mundo e destino certo para uma viagem dentro do país. Afinal de contas, se você é Brasileiro e não conhece o Rio de Janeiro, então você ainda não está legitimado nesta nação!

 

Conhecer a Cidade Maravilhosa é conhecer o Cristo Redentor, subir ao Pão de Açúcar, caminhar pelo calçadão de Copacabana, não é mesmo? Esse é, sem dúvida, o roteiro padrão e indispensável para qualquer visitante que aqui chegar.

Mas e se sobrar um tempo na sua programação? E se você dispuser de um meio dia ou umas seis horas livres na sua agenda e quiser fazer um roteiro diferente?

 

O Pimenteiro quer te levar hoje para um passeio histórico pela cidade maravilhosa. Não um passeio a museus ou bibliotecas… que tal cafeterias portuguesas ou francesas, passear por pharmacias do Século 19 e andar por ruas históricas que foram caminho certo para vários ilustres e boêmios?

 

Vamos nessa?

Ponto de Partida – Vamos começar pela Granado Pharmacia que, desde 1870, está lá, na Rua 1° de Março, n° 16. Uma encantadora e muito bem restaurada botica, fundada por José Antônio Granado.

Em 1880 Dom Pedro II conferiu ao estabelecimento o titulo de Farmácia Oficial da Família Real Brasileira. Suas características originais estão conservadas, mas sua atual proprietária fez questão de renovar os produtos, criando novas linhas de cremes, sabonetes, perfumes e esfoliantes corporais que são garantia de excelente relação custo beneficio.

 

Segunda parada – Pausa para um lanche ao lado de Dom Pedro? Saindo da Granado, tome a direção da rua Sete de Setembro e andando aproximadamente 700m chegue à Rua Goçalves Dias, 32, a confeitaria mais badalada do Rio de Janeiro.

A famosíssima Confeitaria Colombo, está lá desde 1894, fundada pelos portugueses Joaquim Borges de Meireles e Manuel José Lebrão. Entre nessa asa, sente-se no grande salão e escolha no variado cardápio a opção que mais lhe chamar atenção!

O Pimenteiro lhes recomenda experimentar a sobremesa de sorvete com goiabada e queijo parmesão, vale a pena! Serve duas pessoas e tem muito sabor!

Também aproveite para tirar bonitas fotos! Por ser um “point” turístico de muitos estrangeiros, fique à vontade e peça ao Garçon para tirar uma foto sua! E , se quiser, utilize o filtro Sépia de sua máquina, garanto uma imagem digna do século 19.

Uma pena não termos nas mesas ao lado os antigos freqüentadores como Chiquinha Gonzaga, Olavo Bilac, Rui Barbosa, Villa-Lobos, Lima Barreto, José do Patrocínio, Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek entre outros.

Não compre os biscoitos na Colombo –  Estando na Colombo, garanto que você terá vontade de levar algum biscoito ou lembrança para casa. É um desejo quase  incontrolável! Mas aqui o Blog deixa seu pulo do gato:

Faça  a compra a apenas 300m mais à frente. Saindo da Colombo vá até a esquina da Rua Sete de Setembo com a Uruguaiana e na Confeitaria Cavé, compre muitos biscoitos de receita antiga e preservada!

A Confeitaria Cavé é ainda mais antiga que a Colombo, datada de 1860 e fundada pelo frânces Charles Auguste Cavé teve em seus ilustres freqüentadores Marechal Deodoro da Fonseca, Nair de Tefé, Ruy Barbosa, Tarsila do Amaral entre muitos outros.

Depois destes três primeiros pontos, fique à vontade para circular pelo centro do Rio de Janeiro, lugar peculiar que lhe proporciona lojas de grife misturadas a simples casas de temperos.

Você  poderá caminhar um pouco mais e quem sabe conhecer o famoso Saara. Mas, ao final desse roteiro, na hora de ir embora, retorne até à rua 1° de Março e entre na famosíssima rua do Ouvidor.

Acredito que deve ser a rua com mais histórias do Brasil e hoje é reduto de bambas, sambistas e point garantido de vários botecos ótimos para tomar uma cerveja, ver gente de todos os tipos e países e jogar muita conversa fora.

A origem da Rua do Ouvidor foi o acesso ao Trapiche de Ver o Peso do antigo Porto da cidade. Esta rua, que mereceu de Manuel Joaquim de Macedo um livro inteiro de memórias sentimentais, teve sucessivos nomes: Rua de Aleixo Manuel, Marcos da Costa, do Gadelha, do Barbalho, de Brás Luís, da Santa Cruz, da Quitanda, de Pedro da Costa, da Sé Nova, Moreira César.

Só com a vinda da Família Real para o Brasil adquiriu luxo e importância, a ponto de vir a ser comparada com a Rua Viviene, de Paris. A abertura dos portos aumentou o comércio e levou à Rua do Ouvidor grande quantidade de comerciantes de todos os gêneros, entre os quais modistas, alfaiates, penteadores vindos de Paris.

Em 1829 recebeu calçamento, sendo proibido o tráfego de veículos e foi calçada de paralelepípedos em 1857. Foi a primeira a receber a iluminação a gás, em 1860, substituindo a de azeite feita em 1854, e em 1891 recebeu a iluminação elétrica.

Então é isso pessoal, espero que tenham gostado deste rápido passeio pela história e pelo centro do Rio de Janeiro sob os olhares dos Pimenteiros!

Abaixo segue um  mapa simples dos locais aqui citados que perfazem  1,5km de caminhada, e seus respectivos endereços.

Fiquem à vontade, comentem e nôs deem sugestões!

A – Granado = Rua 1º de Março, 16 – Centro – Rio de Janeiro – RJ, 20010-000

B – Colombo = Rua Gonçalves Dias, 32 – Centro – Rio de Janeiro – RJ, 20050-030

C – Cavé = Rua 7 de Setembro, 137 – Centro – Rio de Janeiro – RJ, 20050-006

D – Bares Ouvidor = Rua do Ouvidor, 43 – Centro – Rio de Janeiro – RJ, 20010-150

Abraço,

Casal Pìmenta

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O que acontece se misturarmos: um lugar mágico + lindas praias + simplicidade + um toque elegância e acrescentarmos a visita da maior celebridade européia dos anos 60 e 70?

O resultado será um paraíso natural para turistas de todo o mundo! Esse lugar existe, está no Brasil e se chama Armação de Búzios – Rio de Janeiro.

Uma antiga colônia de pescadores que até 1964 possuía apenas 300 habitantes e que foi apresentada ao mundo após a passagem da cobiçada atriz francesa Brigitte Bardot.

De 64 para cá, Búzios amadureceu como um bom vinho. Com o passar dos anos, a colônia de pescadores dividiu amigavelmente o seu espaço com ruas charmosas, boutiques de marcas conhecidas nacionalmente e bons restaurantes. E, principalmente, manteve  praias limpas de águas transparentes e agradáveis.

Visitar esse lugar é sinônimo de horas de prazer e tranqüilidade, de quebrar a rotina e o ritmo frenético da vida.

Búzios está acessível a todos os bolsos. Há uma gama enorme de pousadas. Ao passear pelas ruas você encontrará as mais variadas tribos e nacionalidades.

O Pimenteiro passou um final de semana por lá e trouxe na bagagem algumas dicas a quem tiver curiosidade de explorar o lugar:

  • Se possível, evite a “altíssima” temporada, pois os preços e a população local triplicam.
  • Hospede-se em alguma das várias pousadas localizadas no centro de Búzios, próximas à rua das Pedras. Nós preferimos assim, pois durante o dia você visitará as praias de seu interesse e à noite curtirá o agito da Rua das pedras sem precisar de grande deslocamento.
  • Se for de carro, estacione-o na pousada e percorra este lado de Búzios todo a pé. Uma vantagem em se hospedar no centro é deixar o carro no hotel também à noite. Assim, você evita transtornos com busca de vaga ou estacionamento pago.
  • Caminhe pela orla Bardot, conheça a praia das Ossos, Azeda e Azedinha.
  • Aproveite a praia de João Fernandes e almoce à beira do mar.
  • Não recomendamos, no entanto, o restaurante “A Pomba” que está bem em frente à chegada desta praia. O atendimento é péssimo e a falta de educação dos garçons quase estragou nosso astral.
  • Almoçamos no Cleópatra que nos forneceu prontamente o guarda-sol e as cadeiras e lá aproveitamos boa parte da tarde.
  • Ao entardecer, vá até o píer no inicio da rua das Pedras, cenário agradável e de boas fotos.
  • Caminhe pelas ruas do centrinho, conheça as lojas, tome uma caipirinha  sentado em uma mesa na calçada e aprecie o movimento.
  • Há restaurantes para todos os gostos e bolsos. Sugerimos o Pátio Havana para um jantar especial.
  • Em outro dia, pegue o carro e explore as demais praias, escolha algumas dentre as 23 existentes na região.
  • Conhecemos a praia de Geriba, lugar de gente jovem, surfistas, praia com mais ondas e areia, boa para passar o dia também.

Ao final deste programa, todos os ingredientes combinados lhe darão a sensação de baterias recarregadas, de que a vida vale a pena ser vivida e temperada.

Lugares como este sempre deixam o sentimento de que é preciso voltar.

Abraços,

Casal Pimenta

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E, se de repente, você estivesse passeando pelo parque e encontrasse sentada no Jardim a família Real? É essa a impressão que se tem ao visitar o Jardim Botânico do Rio de Janeiro.

Um lugar que parece estar lá, parado no tempo, desde 1808, quando fundado pelo Príncipe – Regente (e, posteriormente, Rei) recém fugido de Portugal, com objetivo de aclimatar as especiarias da Índia. Este parque transmite um ar imponente, uma beleza natural incrível em meio ao caos urbano.

Andar pelos caminhos das palmeiras imperiais é imaginar jovens casais do inicio do século. Rapazes em ternos alinhados, chapéus Panamá e bengalas; moças em vestidos rodados e sombrinhas de renda; sorrisos ansiosos e contidos;  olhares furtivos e juvenis.

O clima, os cheiros e a beleza deste lugar proporcionam uma sensação de paz e tranqüilidade que você dificilmente encontrará em outro ponto do Rio de Janeiro. Caminhe despretensiosamente e, talvez, você se depare com um tucano no alto de um coqueiro fazendo um lanche da tarde.

Ou, se procurar com cuidado, avistará uma família inteira de macacos, transferindo-se de seu refeitório ou área de lazer para o seu dormitório entremeado aos bambus do parque.


 

Aproveite, leve uma toalha, um lanche, um livro e uma máquina fotográfica, pratique um “slow-ride” e tenha certeza de divertimento por uma tarde inteira por módicos R$ 5,00 por pessoa.

Imagine-se no começo do século! Liberte sua mente para sonhar! A natureza oxigena nossas idéias, você sairá renovado!


E, ao final do dia, atravesse a rua, só pra ver se você teve a sorte de se deparar com uma corrida de cavalos no hipódromo:


Aquecendo as engrenagens para a corrida!

Informações  completíssimas no site: http://www.jbrj.gov.br/

Não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje. Bom passeio!

Grande abraço,

Camila e Roni – O Pimenteiro


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